RM 2026 - Mensagem do Presidente da Câmara Municipal do Funchal 

Rali da Madeira 2026 – 67ª edição  No primeiro fim-de-semana de agosto, vai para a estrada, o 67º Rali da Madeira, numa edição que, uma vez mais, tem tudo para ser um sucesso, indo ao encontro dos seus históricos populares pergaminhos e que, certamente, irá contagiar o público madeirense, cuja paixão pela modalidade é, por demais, reconhecida. Nesse sentido e dada a afluência de público nas nossas estradas, quer no Funchal, quer por toda a Região, reitero a importância do civismo e da segurança, para que, conjuntamente, falamos desta edição mais um enorme êxito. Enquanto presidente da Câmara Municipal do Funchal, relembro que a autarquia apoia, dentro do possível, a mobilidade do automobilismo, bem como esta prova, em concreto, sendo que uma das provas que mais espectadores congrega é, sem dúvida, a Super-especial da Avenida do Mar, bem no coração da nossa cidade.  O nosso apoio ao Rali da Madeira, consubstanciado através de um protocolo de Cooperação com o Club Sports Madeira, no valor de 49 mil euros, destina-se à logística da prova e à dinamização do evento. Por outro lado, apoiamos ainda o Rali da Madeira através da articulação de vários serviços municipais, com destaque para o trânsito e mobilidade, com a devida articulação com as forças de segurança, a que se acrescenta, no âmbito da Protecção Civil Municipal, a cooperação com as equipas de socorro para uma mais rápida e eficiente resposta a emergências. Refira-se igualmente o apoio dado nas áreas do ambiente e higiene urbana, com as operações de limpeza e recolha de resíduos, antes, durante e após a passagem dos pilotos, de modo a repor a normalidade dos arruamentos, sendo que também reforçamos os ecopontos e operações de limpeza quer na área destinada à imprensa, nesta prova, como no Parque de Assistências, tal como efetuamos um reforço estratégico de ecopontos e recipientes para resíduos na Avenida do Mar.  Ainda no que se refere ao ambiente, realçamos as ações de sensibilização ambiental, nomeadamente no Parque Ecológico do Funchal, a que se junta a presença do “Simão” a mascote ambiental da CMF na sessão de autógrafos com os pilotos e na abertura da 1ª PEC da Avenida do Mar, mais o “Troféu Equipa Mais Sustentável” que também tem o nosso patrocínio.  Posto isto, destacamos que o Funchal está preparado para mais uma edição do Rali da Madeira, sendo de relevar a passagem da estrutura logística da prova para a Gare Marítima, o que vem libertar a Praça do Município, reduzindo consideravelmente o impacto da prova no centro da cidade. Queremos igualmente relevar a competência e profissionalismo da organização do Rali da Madeira, que tudo faz para que a prova continue a ser um exemplo a nível internacional. Por fim, uma palavra a todas as equipas e a todos os participantes, mas igualmente a todos que colaboram para organização e afirmação desta prova: endereçamos os melhores de uma excelente prova com o sentido agradecimento pelo que dão à modalidade e à afirmação do nome da Região e do Funchal. Presidente da Câmara Municipal do Funchal Jorge Carvalho

Sessão de autógrafos é já amanhã

É já amanhã, 28 de julho, que tem lugar a sempre muito concorrida sessão de autógrafos do Rali da Madeira. Tal como é tradição, aquela sessão acontecerá no Casino da Madeira e, tal como desde 2024, nenhum dos muitos adeptos que costumam não perder esta ocasião de estar junto às vedetas da grande festa que é esta prova tenha de permanecer em filas de espera. A sessão de autógrafos decorrerá entre as 21:30 e 23:00, contando com a presença as equipas prioritárias e de todas as outras que desejem estar presentes. Ao longo do dia, entre as 08:00 e as 20:00, os concorrentes reconhecerão as classificativas de Santana, Ponta do Sol, Calheta, Ponta do Pargo, Lameiros, Santo da Serra e Shakedown.

Ganhar pela terceira vez consecutiva

Diego Ruiloba volta ao Rali da Madeira, com um Citroën C3 Rally2, com o objetivo de “ganhar pela terceira vez consecutiva. Estou muito contente de voltar ao Citroën, é um carro que me deu muitas alegrias, muitas vitórias e tenho muita vontade de estar de novo ao seu volante. Sabemos que os pilotos madeirenses vão ser muito rápidos, o Basso também, o Meeke vai rodar no limite, será sempre a fundo do início ao fim. O rali tem um novo itinerário, com classificativas novas para mim, e por certo serão muito complicadas. Alguns já terão experiência e nós não. Quero agradecer o esforço da minha equipa e de todos que me permitem estar presente. Estou muito orgulhoso de poder uma vez mais desfrutar desta prova tão especial e poder defender a minha vitória do ano passado”. Nascido nas Astúrias, o espanhol tem 25 anos de idade e a sua estreia aconteceu em 2019 com um Peugeot 208 1.2. Em 2021 passou para o volante de um Suzuki Swift e venceu o troféu espanhol destinado ao modelo. No ano seguinte, aos comandos de um Peugeot 208 Rally4, venceu a Peugeot Rally Cup Ibérica. Entre 2023 e 2025 representou a Citroën com um C3 Rally2. Em 2024 obteve as suas primeiras vitórias à geral e em 2025 disputou algumas provas do WRC em que acumulou alguns abandonos. Em 2026 defende as cores da Lancia e é terceiro no supercampeonato espanhol. Venceu as duas últimas edições do Rali da Madeira.

Como vai o Campeonato de Ralis Coral da Madeira?

O campeonato madeirense de ralis manteve em 2026 o número de provas do ano passado, oito, e, face ao sucedido em anos anteriores, mantinha a mesma expetativa de emoção e disputa das mais variadas posições ao longo das cada vez mais numerosas caravanas. O desejo dos inúmeros adeptos da modalidade no arquipélago acabou cumprido pois, após cinco eventos cumpridos, tudo se mantém em aberto quanto ao seu desfecho. A época abriu em março em Mahico e João Silva impôs-se ao volante do Toyota GR Yaris Rally2 após un intenso despique com Miguel Nunes, no Skoda Fabia RS Rally2, nas classificativas iniciais. Uma melhor esolha de pneus em condicções climatéricas mutantes levaram a um triunfo folgado de Silva, seguido de Nunes e de Rui Jorge Fernandes, que, num Skoda Fabia Rally2 Evo, cedo garantiu o lugar mais baixo do pódio. O campeonato rumou em abril a Santana. João Silva arrancou na frente e rapidamente se destacou de Miguel Nunes quando este errou e furou logo no primeiro troço cronometrado de sábado.O lugar mais baixo do pódio voltou a ser garantido por Rui Jorge Fernandes. Em maio a caravana do “Regional” rumou a São Vicente. Nunes inverteu a tendência das provas anteriores e esteve sempre na frente. Silva ainda conseguiu acompanhar o seu rival até meio do rali mas acabou ficar a grande distância. Artur Quintal, num Skoda Fabia Rally2 Evo, subiu ao pódio nesta prova em que Rui J. Fernandes sofreu um violente despiste que tem comprometeu a sua participação nos ralis seguintes e também nesta 67ª edição do Rali da Madeira. Junho levou o “circo” do campeonato à Ribeira Brava. Nunes arrancou na frente mas Silva acabou por dominar os acontecimentos no sábado. O piloto do Toyota venceu e acabou por ter como seu maior opositor o regressado Miguel Caires, segundo com o Skoda Fabia RS Rally2. Nunes completou o pódio a grande distância dis primeiros. Há pouco mais de três semanas disputou-se o Rali da Calheta. Miguel Nunes venceu folgado face a Miguel Caires, segundo, e Alexandre Camacho, terceiro e a rodar, com um Skoda Fabia RS Rally2, já mais próximo das referências. João Silva capotou nesta prova em que Filipe Freitas venceu duas classificativas com o Porsche 991 GT3. O Rali da Madeira será a sexta prova da temporada e faltarão disputar os ralis do Funchal e Câmara de Lobos, em setembro, e Porto Santo, em novembro. Classificação atual: 1º Miguel Nunes, 113; 2º João Silva, 103; 3º Artur Quintal, 67; 4º Gil Freitas, 62; 5º Miguel Caires, 40; 6º José Camacho, 36; 7º Rui J. Fernandes, 34; 8º Alexandre Camacho, 31; 9º Rui Pinto, 28; 10º Emanuel Martins, 20. Estão classificados 62 pilotos.

As classificativas do Rali: PEC 6/8 – Santana

Única classificativa do Rali da Madeira disputada exclusivamente no norte da ilha, tem início na ER 219, em 2026 um pouco acima do começo da estrada que dá acesso à freguesia da Ilha e termina na Est. Eiras. É realizada praticamente sempre em subida, exceção feita a algumas zonas planas e muito rápidas. No seu percurso existem zonas muito técnicas em que surgem alguns “ganchos”. A sua disputa é muitas vezes marcada por condições climatéricas diversas da do resto da ilha. Acessos: Por Santana: pelo Cam. Queimadas, pela Est. Padre Agostinho J. Cardoso, pela Rua Joaquim S. Branco (Atenção: Saída de Emergência) e pelo Cam. Feiteira do Nuno.

As classificativas do Rali: PEC 3/5 - Palheiro Ferreiro

Com 21,02 km, é a classificativa mais longa do rali. A ER 201, vulgo Caminho dos Pretos, é a “catedral” dos ralis madeirenses e no passado poucas eram as provas que não a incluíam no seu itinerário. É realizado “a subir” entre o Palheiro Ferreiro e o Terreiro da Luta com um traçado que mistura quase na perfeição as zonas rápidas com aquelas a requererem muita técnica e o já popular salto junto ao Estádio da Madeira. Após o Terreiro da Luta segue-se a subida até ao Portão Sul do Chão da Lagoa, a passagem pelo Parque Ecológico do Funchal e a rápida descida do Portão Norte do Chão da Lagoa para o Poiso. Em 2026, volta a seguir em frente, em direção ao Santo da Serra por mais cerca de 2,5 km. Acessos: Pelo Funchal: pelo Cam. São João Latrão, pela Rua Nova Curral dos Romeiros e na Choupana, pelos Cam. Meio e Cam. Terço, e Terreiro da Luta (Atenção: Saída de Emergência) pela ER 103. Pela Camacha, Poiso (Atenção: Saída de Emergência) pela ER 203 e Portão Sul do Chão da Lagoa pela ER 203 e ER 103.

As classificativas do Rali: PEC 2/4 – Santo da Serra

Esta prova especial tem início em 2026 sensivelmente a um terço da ER 224, que liga Água de Pena ao Santo da Serra, até virar à direita para a ER 207 numa sequência de retas e curvas muito rápidas até ao Santo da Serra. Daí e até à Fonte de Santo António, o percurso é bastante sinuoso e estreito. Segue-se a muito veloz evolução pela Ribeira de Machico até ao “caracol” da Portela. O troço cronometrado prossegue em zona plana e muito encadeada até ao Santo da Serra. Acessos: Por Santa Cruz: no entroncamento da ER 224 com a ER 207. Pelo Santo da Serra: na rotunda da ER 207 antes do Santo da Serra (Atenção: Saída de Emergência), no cruzamento com a Est. Fonte de Santo António, pela EM Caramanchão no Lombo das Faias ou Ribeira de Machico. Por Machico: Na Fonte de Santo António, na Ribeira de Machico (Atenção: Saída de Emergência), Portela pelo Cam. Fajã dos Rolos.  Pelo Porto da Cruz: pela ER 108 na Portela (Atenção: Saída de Emergência).

Fazer bom resultado

Miguel Nunes arranca para o Rali da Madeira com o objetivo de “tentar fazer um  bom resultado mesmo que o campeonato seja mais importante. Nós reunimos as condições para luar pelos lugares da frente e a nossa procupação será andar rápido. Acredito que um bom resultado para o campeonato regional seja também um bom resultado à geral. O Rali da Madeira é sempre bastante difícil e as condições climatéricas podem ser dterminantes. É precisa uma pontinha de sorte nesta prova em que, várias vezes, a vitória nos escapou. Devo dar os meus parabéns à organização pelo novo formato, com troços muito bonitos, míticos, como o Ribeiro Frio e a Ponta do Pargo. O rali estava curto de mais”. O campeão regional em título tem 45 anos de idade e a sua estreia nos ralis deu-se em 2005 com um Citroën C2. Teve presença frequente nos pódios em 2007 e 2008 com um Peugeot 206 S1600 e obteve a sua primeira vitória, na Calheta, em 2010. Foi campeão regional em oito ocasiões, em 2010 com Peugeot 207 S2000, em 2012 e 2014 num Mitsubishi Lancer Evo X, 2020, 2021, 2022 e 2024 em Skoda Fabia Rally2 Evo e ainda em 2025 com o Skoda Fabia RS Rally2 que utiliza esta temporada. Venceu o Rali da Madeira em 2020.

Dar o máximo para vencer

Giandomenico Basso regressa ao Rali da Madeira e manifesta-se “contente de voltar à ilha, pelo que agradeço todos aqueles que tornaram possível esta participação. Claro que espero fazer uma boa prova. Temos um bom ritmo, do campeonato europeu, mas sabemos que na Madeira o ritmo e os pilotos são sempre muito fortes. Daremos o máximo para sermos competitivos e vencer. Não estar forçado a um resultado não muda nada pois estou habituado a correr sob pressão, algo que só costuma acontecer no final dos campeonatos. Tenho grande confiança no carro mas posso ter a dificuldade de há já alguns anos não estar na prova. No entanto, também estamos habituados a ralis novos. Esperamos um ritmo muito alto mas nós estamos prontos. Não vejo a hora de reencontrar tantas pessoas, pilotos, amigos, fãs e os muitos adeptos que os ralis têm na ilha”. Natural de Montebelluna, o italiano tem 52 anos de idade e a sua estreia em ralis aconteceu em 1994 com um Opel Astra GSi 16V. Foi campeão europeu em 2006 e 2009, venceu o IRC em 2006 e conquistou o título italiano absoluto em 2007, 2016, 2019, 2021 e 2025. Entre 1995 e 2010 correu e representou oficialmente a FIAT e nesse período venceu igualmente os troféus FIAT Cinqucento em 1998 e FIAT Punto S1600 em 2003. Depois disso defendeu marcas como a Proton, Peugeot, Ford, Hyundai, Skoda e Toyota. Venceu o Rali da Madeira em quatro ocasiões, 2006, 2007 e 2009 com Fiat Punto Abarth S2000e 2013 em Peugeot 207 S2000. Desde 2025 que está aos comandos de um Skoda Fabia RS Rally2. Em 2026 é segundo no ERC, campeonato em que lidera a competição Master.

As classificativas do Rali: PEC 1 - Cidade do Funchal

Cidade do Funchal é a denominação adotada desde 2024 para a tradicional e popular super-especial da Avenida do Mar, prova especial que traz muita emoção e animação à baixa da cidade que desde 1959 acolhe o evento organizado pelo Club Sports da Madeira. É uma classificativa concebida para a exibição, com algumas rotundas, curvas a 90º e várias chicanes para reduzir a velocidade dos concorrentes. Acessos: Toda a baixa do Funchal.

Equipas médicas do Rali da Madeira reforçam preparação para a edição de 2026

Os médicos e enfermeiros que integram o dispositivo de segurança do Rali da Madeira participaram, na manhã deste sábado, numa ação de formação realizada nas instalações dos Bombeiros Sapadores do Funchal, com vista à preparação da edição de 2026 da prova. O workshop, que conjugou uma componente teórica com vários exercícios práticos, teve como principal objetivo rever e aperfeiçoar os procedimentos de socorro a adotar em caso de acidente, reforçando a articulação entre todos os profissionais envolvidos na resposta médica durante o evento. A formação incidiu, em particular, sobre as especificidades das viaturas de competição e os procedimentos de abordagem, estabilização e extração dos ocupantes, permitindo aos participantes consolidar conhecimentos e uniformizar métodos de atuação em cenários de emergência. O dispositivo médico do Rali da Madeira será constituído por 16 médicos e 16 enfermeiros, distribuídos estrategicamente ao longo do percurso da prova para garantir uma resposta rápida e eficaz em qualquer eventualidade. Como novidade na edição de 2026, a equipa integra ainda uma psicóloga, que assegurará apoio psicológico em situações de trauma ou incidentes críticos, reforçando a componente humana do dispositivo de segurança. A realização desta ação de formação reflete a aposta contínua da Comissão Organizadora na qualificação dos seus meios de socorro e na preparação de todos os intervenientes, mantendo a segurança como uma das prioridades do Rali da Madeira. A Comissão Organizadora agradece igualmente a colaboração dos Bombeiros Sapadores do Funchal, que voltaram a disponibilizar as suas instalações e meios para a realização desta iniciativa, contribuindo para o sucesso da formação e para o reforço da preparação das equipas de emergência.  

Entrega de material aos concorrentes em curso

Decorre, a partir de hoje, a entrega de material aos concorrentes ao Rali da Madeira, prova organizada pelo Club Sports da Madeira que vai para a estrada na próxima quinta-feira, 30 de julho. Os concorrentes, ou os seus representantes, recolhem no centro operacional do evento, em 2026 localizado na Gare Marítima do Porto do Funchal, os muitos autocolantes a serem colocados nas viaturas bem como placas e crachás identificativos a serem utilizados por pilotos, navegadores e restantes membros das suas equipas.

Um enorme desafio

Miguel Caires parte para o Rali da Madeira, com “vontade de continuar a imprimir um ritmo forte e, se possível, de quando em vez, irmos intrometendo a nossa viatura por entre os primeiros lugares. Um enorme desafio, tendo em conta todos os nomes regionais, nacionais e internacionais que marcarão presença neste certame. No entanto é algo que nos motiva. Espero uma prova muito difícil, com classificativas muito longas, algumas praticamente desconhecidas para mim, o que se traduz numa imediata desvantagem para com a nossa concorrência. Mas, como disse, tudo faremos para trazer mais emoção ao espetáculo. Tem sido sempre esse o objetivo e acho que temos conseguido. Esperemos que não se faça sentir o calor de outras edições passadas e da última prova do nosso campeonato.”. Miguel Caires tem 44 anos de idade e a sua estreia nos ralis aconteceu em 2019 com um Peugeot 208 R2. Nos dois anos seguintes esteve ao volante de um Ford Fiesta Rally4. Em 2022 passou ao volante de um Renault Clio Rally4 e venceu a classe RC4 no campeonato madeirense. Desde então, evoluiu nas versões do Skoda Fabia do grupo RC2. Em 2025 passou para os comandos do atual Skoda Fabia RS Rally2, chegou a liderar uma prova e terminou em terceiro o campeonato regional. Em 2026 já foi o melhor em várias classificativas e, tendo começado a época tarde, é quinto no campeonato.

Ambição de ganhar o rali

Kris Meeke regressa, novamente com um Toyota GR Yaris Rally2, ao Rali da Madeira, e está “muito feliz por regressar à ilha devido não só ao rali mas tudo o que envolve, a beleza natural, a hospitalidade ou o clima. Voltamos com o mesmo carro e não escondo a ambição de ganhar o Rali da Madeira. Tentei bastante o ano passado mas tivemos um furo. Este ano não temos que nos preocupar com nenhum campeonato mas continua a ser um grande desafio. É um rali enorme, muito técnico e específico, único, mas todos sabemos que é difícil bater quem vive na ilha e conhece as estradas. De qualquer forma, o Diego Ruiloba venceu nos dois últimos anos. Vou dar o meu melhor mesmo se este ano há algumas estradas que não conheço. Estou excitado com o desafio”. Nascido em Dungannon, Irlanda do Norte, o britânico Meeke conta 47 anos de idade e a sua estreia nos ralis aconteceu em 2000 com um Peugeot 106 GTi. Piloto “apadrinhado” por Colin McRae, esteve com viaturas S1600 entre 2003 e 2006 no JWRC. Voltou à ribalta internacional em 2009, pela mão da Peugeot, e levou o 207 S2000 ao titulo no IRC. Entre 2015 e 2019 esteve no WRC representando a Citroën e Toyota, tendo vencido 4 ralis no campeonato mundial. Campeão nacional em 2024 com um Hyundai i20N Rally2, campeonato em foi vice-campeão o ano passado já com um Toyota GR Yaris Rally2.

Tentar andar nos três primeiros

Alexandre Camacho alinha neste Rali da Madeira com um Skoda Fabia RS Rally2 e pretende “tentar andar nos três primeiros lugares. Espero estar mais competitivo que na última prova e conseguir rodar nesse ritmo. Obviamente que teremos sempre olhos postos na vitória. No entanto, a concorrência é muito forte e, ao lutar pelo pódio, estaremos muito próximo da frente da corrida. Temos dado passos importantes nesse sentido, vindo a melhorar e seremos ainda mais fortes. Até agora temos descoberto um carro novo e ficamos mais rápidos com os quilómetros. Será a forma de agradecer a confiança dos nossos patrocinadores”. Camacho tem 46 anos de idade e participou pela primeira vez num rali em 2001 com um Toyota Yaris. Venceu o FIA European Rally Trophy em 2018 e foi campeão regional sete vezes, em 2008 e 2009 com Peugeot 207 S2000, 2015 em Porsche 997 GT3, 2017 num Peugeot 208 T16, 2018 e 2019 ao volante de um Skoda Fabia R5 e em 2023 usando Skoda Fabia Rally2 Evo. Com seis triunfos, é o recordista de vitórias no Rali da Madeira. Participou em 2025 com um Hyundai i20N Rally2 e este ano surge com um carro da italiana Delta ao qual se adaptou nos ralis da Ribeira Brava e Calheta.

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