João Rodrigues venceu nas duas rodas motrizes

João Rodrigues veio à Madeira reforçar a sua liderança no campeonato nacional para pilotos com viaturas de duas rodas motrizes. O piloto da região de Lisboa, ao volante de um Peugeot 208 Rally4, modelo que monopolizou o top five desta categoria, terminou com um avanço de 15.9 segundos para o segundo classificado depois de um rali em que foi aquele que acumulou o maior número de vitórias em prova especial de classificação. Pedro Câmara estreou-se na Madeira e foi evoluindo à medida que foi se adaptando ao asfalto e às características de uma prova muito específica. O jovem piloto açoriano ficou na segunda posição da categoria após alguns melhores tempos em troço cronometrado. Nesta categoria, terminaram nos lugares imediatos os madeirenses Sandro Teixeira e Martim Nunes e ainda Hélder Miranda, piloto que também competiu pela primeira vez na ilha.

Gil Freitas venceu RGT e Masters

Gil Freitas venceu de forma folgada no grupo RGT, agrupamento em que foi o único a passar incólume e em que os seus adversários acabaram por desistir ou na primeira ou na segunda etapa. O piloto do Alpine A110 RGT+ foi também o melhor na competição regional Master em que obteve um avanço superior a dois minutos para o segundo classificado, José Camacho aos comandos de um Skoda Fabia R5. O pódio deste escalão destinado aos pilotos com maior idade ficou completo com Rui Pinto num Skoda Fabia Rally2 Evo.

Miguel Nunes venceu 67º Rali da Madeira

Miguel Nunes, fazendo equipa com João Paulo Fernandes, é o vencedor da 67ª edição do Rali da Madeira, organização do Club Sports da Madeira realizada entre os dias 30 de julho e 1 de agosto. O piloto do Skoda Fabia RS Rally2 assumiu o comando da classificação ainda na manhã do segundo dos três dias de competição e não mais o deixou, concluindo com um avanço de 31.3 segundos para os seus perseguidores. João Silva, com um Toyota GR Yaris Rally2, passou momentaneamente pelo terceiro posto mas rodou a maior parte do tempo na segunda posição, atrás de vários adversários, em que concluiu o evento. Armindo Araújo, também com Skoda Fabia RS Rally2, chegou a lutar pelo segundo posto absoluto mas acabou por se focar nas contas do campeonato nacional, competição em que recolheu os pontos equivalentes à vitória. Miguel Caires, em viatura idêntica, realizou uma prova em crescendo e terminou o rali na quarta posição depois de ultrapassar Rúben Rodrigues, piloto que realizou na Madeira uma boa operação na defesa da sua liderança no CPR. No lote dos dez primeiros classificados surgem incluídos também Pedro Almeida, Ricardo Teodósio, Hugo Lopes, Pedro Meireles e Diogo Marujo. Vencedor das duas última edições do rali, o espanhol Diego Ruiloba nunca dispôs do seu Citroën C3 Rally2 nas melhores condições e ficou fora do top tem enquanto o britânico Kris Meeke, à procura do seu primeiro triunfo na ilha, perdeu muito tempo com as consequências de um toque na classificativa de abertura do segundo dia de competição. Já com o seu Toyota GR Yaris reparado, apenas não venceu um dos troços cronometrados. Vitorioso por quatro vezes na prova, o italiano Giandomenico Basso esteve no comando mas foi forçado a desistir devido à fratura de uma vértebra na “aterragem” de um salto com o Skoda Fabia RS Rally2.

Miguel Nunes é o vencedor do Rali da Madeira

O madeirense Miguel Nunes, fazendo equipa com João Paulo Fernandes num Skoda Fabia RS Rally2, é o vencedor da 67ª edição do Rali da Madeira, organização do Club Sports da Madeira que esteve na estrada ao longo dos últimos três dias. Também natural da ilha, João Silva, tendo como navegador Luis Rodrigues em Toyota GR Yaris Rally2, foi segundo a 31.3 segundos do vencedor, após um duelo com Armindo Araújo e Luis Ramalho com Skoda Fabia RS Rally2 que animou grande parte da segunda etapa. A prova ficou marcada pelos problemas dos pilotos estrangeiros também tidos como favoritos.

As equipas do Rali da Madeira 2026 responderam positivamente ao desafio da sustentabilidade!

As ilhas ecológicas instaladas nas zonas de assistência estão a cumprir a sua missão. Até ao momento, foram recolhidos: * 75 litros de óleos de motor, transmissão e lubrificação; * 25 litros de óleos de travão; * 300 ml de fluidos anticongelantes; * 13 embalagens contaminadas por substâncias perigosas; * 4 filtros de óleo usados; * Cerca de 500 g de panos e materiais absorventes contaminados. Todos estes resíduos serão posteriormente encaminhados para um operador licenciado, garantindo o seu tratamento adequado e contribuindo para prevenir a contaminação do solo e dos recursos hídricos. Estes resultados demonstram que as equipas estão a utilizar as ilhas ecológicas disponibilizadas no Rali da Madeira 2026, adotando boas práticas ambientais e contribuindo para uma prova mais responsável e sustentável.

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