Comunicado Giandomenico Basso

Na sequência de uma compressão na coluna sofrida pelo piloto Giandomenico Basso na aterragem do salto do Campo da Choupana aquando da passagem pela PEC3 - Palheiro Ferreiro, a equipa tudo fez para continuar em prova recorrendo a fisioterapia e medicação ao longo do dia. Infelizmente, na primeira passagem pela PEC6 Santana, após o túnel da freguesia da Ilha existe uma compressão numa zona rápida que o piloto não conseguiu suportar dada a lesão existente. Na sequência destes acontecimentos o piloto foi sujeito a exames (radiografia+TAC) no Hospital da CUF onde lhe foi diagnosticada uma fratura na vértebra D4, assim sendo o piloto não só não poderá continuar em prova como também não poderá praticar qualquer tipo de Desporto nos próximos 3 meses. Esta atitude deixa algum constrangimento entre a equipa e os adeptos, porque o verdadeiro objetivo conforme ficou comprovado no início do Rali, era a vitória na prova. Atenciosamente  Em representação da equipa:  Duarte Abreu

João Rodrigues dilata avanço nas duas rodas motrizes

Também no universo dos concorrentes com viaturas de tração dianteira, a manhã do terceiro dia de competição serviu para o líder da categoria consolidar o seu comando. João Rodrigues, num Peugeot 208 Rally4, modelo utilizado pelos cinco primeiros classificados, dispõe agora de um avanço de 18.5 segundos sobre o açoriano Pedro Câmara, que ocupa a segunda posição. O piloto que foi mais rápido em classificativa mais vezes nesta manhã de sábado foi o madeirense Sandro Teixeira, que roda no terceiro posto do escalão. O top five da categoria inclui ainda Martim Nunes e Hélder Miranda.

Miguel Nunes com liderança consolidada no Rali da Madeira

Miguel Nunes, ao volante de um Skoda Fabia RS Rally2, consolidou no decorrer das quinta e sexta secções o seu comando no Rali da Madeira, prova que está na estrada desde a passada quinta-feira. O piloto dispõe agora de uma vantagem de 36.1 segundos sobre a restante caravana. Tendo perdido essa posição em Chão da Lagoa, João Silva e o seu Toyota GR Yaris Rally2 rapidamente recuperaram o segundo posto e ainda conquistaram um avanço de 10.2 para Armindo Araújo, noutro Skoda Fabia RS Rally2, que ocupa o lugar mais baixo do pódio. Em crescendo esteve Miguel Caires, numa viatura idêntica à do líder, que ao final da manhã passou para a quarta posição depois de ultrapassar Rúben Rodrigues que, aos comandos de um Toyota GR Yaris Rally2, está no quinto posto. Não se registaram mais alterações nos ocupantes dos restantes lugares do top ten que inclui ainda Pedro Almeida noutro Toyota, Ricardo Teodósio com um Citroën C3 Rally2, Hugo Lopes num Hyundai i20N Rally2, Pedro Meireles com Skoda Fabia RS Rally2 e Diego Ruiloba em Citroën. Muito atrasado, Kris Meeke apenas não venceu um dos troços cronometrados destas secções com o Toyota GR Yaris Rally2. Os concorrentes regressam agora ao Funchal para nova ida ao parque de assistência, a que se segue a ronda final por Ponta do Sol, Ponta do Pargo e Lameiros. O Rali da Madeira termina hoje, às 19:30, com a entrega de prémios no pódio situado na Praça do Povo, no Funchal.

Cerca de 28% das viaturas do Rali da Madeira utilizam gasolina 100% sustentável

A sustentabilidade também se faz sentir dentro das classificativas do Rali da Madeira. Dos 86 concorrentes inscritos na edição de 2026, 24 viaturas Rally2 utilizam gasolina 100% sustentável, o que representa cerca de 28% do total de participantes, ou seja, mais de uma em cada quatro viaturas em prova. O abastecimento é assegurado pela Brahma Motorsport, distribuidora da ETS Racing Fuels, através de uma estrutura instalada no Parque de Assistência. A utilização deste combustível é obrigatória para as viaturas Rally2 que disputam o Campeonato de Portugal de Ralis, refletindo a evolução tecnológica e ambiental do desporto automóvel. Produzido a partir de matérias-primas sustentáveis, este combustível foi desenvolvido para manter os elevados níveis de desempenho, potência e fiabilidade exigidos pela competição, contribuindo simultaneamente para uma redução significativa das emissões de gases com efeito de estufa ao longo do seu ciclo de vida. A adoção de combustíveis sustentáveis acompanha a estratégia da Federação Internacional do Automóvel (FIA), que tem vindo a promover a descarbonização do desporto motorizado através da introdução de soluções tecnológicas inovadoras, sem comprometer a competitividade nem o espetáculo. A presença de 24 viaturas Rally2 movidas a gasolina 100% sustentável demonstra que o Rali da Madeira continua a acompanhar as melhores práticas internacionais, conciliando tradição, inovação e responsabilidade ambiental. Porque o futuro do desporto automóvel não passa por deixar de ouvir os motores, mas por encontrar formas cada vez mais sustentáveis de os fazer rugir.

Kris Meeke mais rápido

Apesar de bastante atrasado na classificação do Rali da Madeira, Kris Meeke foi o mais rápido em Chão da Lagoa, primeira prova especial do terceiro dia de competição. O britânico com um Toyota GR Yaris Rally2 já havia vencido os três últimos troços cronometrados da primeira etapa. Por seu lado, Miguel Nunes e o seu Skoda Fabia RS Rally2 foram os segundos mais velozes no recomeço da prova, consolidaram a sua liderança e aumentaram a sua vantagem para os seus mais diretos perseguidores. Segundo classificado após a primeira etapa, João Silva, ao volante de um Toyota GR Yaris Rally2, assinou o sétimo tempo na classificativa e caiu para a terceira posição depois de ter sido ultrapassado por Armindo Araújo com um Skoda Fabia RS Rally2. Os pilotos estão agora separados por 6 décimos de segundo. Rúben Rodrigues, dispondo de um Toyota GR Yaris Rally2, mantém o quarto lugar, agiora com um avanço de 5.3 segundos para Miguel Caires no seu habitual Skoda Fabia RS Rally2. Os concorrentes rumam agora ao oeste da ilha para cumprir a primeira de duas rondas pelas classificativas da Ponta do Sol, Ponta do Pargo e Lameiros.

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