Como vai o Campeonato de Ralis Coral da Madeira?

O campeonato madeirense de ralis viu este ano o número de provas crescer de sete para oito assim como prometia maior animação com a chegada de mais concorrentes com viaturas Rally2 e Rally4. As expetativas dos muitos fãs da modalidade no arquipélago não sairam defraudadas, pois a competitividade tem norteado os cinco eventos já cumpridos. A época abriu em março em Machico e aí quem se impôs foi João Silva ao volante de um Skoda Fabia Rally2 Evo, seguido de Miguel Nunes, em adaptação ao seu novo carro, e Miguel Caires. O campeonato rumou em abril a Santana. João Silva arrancou na frente mas acabou por desistir após despiste. Miguel Nunes e o Skoda Fabia RS Rally2 sobreviveram melhor ao dilúvio que se abateu sobre a costa norte da ilha e venceram, seguidos de Miguel Caires e José Camacho com o menos atual Skoda Fabia R5. A época manteve-se na costa norte e em maio a caravana rumou a São Vicente. João Silva foi o primeiro líder mas pouco resistiu ao maior ímpeto de Miguel Nunes que voltou a vencer, partilhando o pódio com João Silva e Rui Jorge Fernandes. Junho levou o “circo” do Regional à Ribeira Brava. Silva voltou a arrancar na frente e venceu o maior número de troços cronometrados mas a vitória voltou a caber a Nunes, com Silva e Caires logo atrás. Há cerca de três semanas disputou-se o Rali da Calheta. No sudoeste foi Miguel Caires quem esteve mais tempo no comando, Miguel Nunes reagiu e arrancaram empatados para a última classificativa. A experiência do campeão em título foi determinante e conquistou o seu quarto triunfo consecutivo do ano. João Silva contemplou o pódio na sua estreia com o Toyota GR Yaris Rally2. O Rali da Madeira será a sexta prova da temporada e faltarão disputar os ralis de Câmara de Lobos e Funchal, em setembro, e Porto Santo, em novembro. Classificação atual: 1º Miguel Nunes, 130; 2º João Silva, 93; 3º Miguel Caires, 92; 4º Artur Quintal, 62; 5º Rui Jorge Fernandes, 59; 6º José Camacho, 47; 7º Vasco D. Silva, 24; 8º Rui Pinto, 21; 9º Paulo Mendes, 20; 10º Sandro Teixeira, 16. Estão classificados 60 pilotos.

As classificativas do Rali: PEC 1 - Cidade do Funchal

Cidade do Funchal é a denominação adotada em 2024 para a tradicional super-especial da Avenida do Mar, prova especial que traz muita emoção e animação à baixa da cidade que desde 1959 acolhe o evento organizado pelo Club Sports da Madeira. É uma classificativa concebida para a exibição, com algumas rotundas, curvas a 90º e várias chicanes para reduzir a velocidade dos concorrentes. Acessos: Toda a baixa do Funchal.

Desafio aliciante

Dani Sordo estreia-se no Rali da Madeira e “é com grande entusiasmo que vou o vou disputar pela primeira vez, algo que representará um desafio aliciante por tudo o que vou descobrir ao longo da prova. Terei, certamente, alguma desvantagem face aos meus adversários, mas será certamente uma motivação extra para dar o meu máximo e conseguir colocar o Hyundai i20 N Rally2 no topo da tabela classificativa. A vitória em Castelo Branco dá-nos um enorme alento e é o resultado do trabalho que temos vindo a desenvolver”. O espanhol tem 42 anos de idade e estreou-se nos ralis em 2001 com um Mitsubishi Carisma GT VI. Em 2004 passou ao volante de um Citroën C2 S1600 e foi com esse modelo, no ano seguinte, que se sagrou campeão mundial júnior e espanhol de asfalto. Em 2006 passou a piloto oficial no WRC, representando, desde a Citroën e Mini e defende as cores da Hyundai desde 2014. Já subiu várias vezes ao pódio no campeonato principal mas venceu apenas uma vez, na Alemanha em 2013 com um Citroën DS3 WRC. Em 2025 disputa o Campeonato de Portugal de Ralis, em que é o terceiro classificado.

Rali da Madeira 2025 - Mensagem do Secretário Regional da Economia

O Rali da Madeira surge, em 2025, sob uma nova designação, sucedendo ao histórico Rali Vinho Madeira. Com um novo nome, mas mantendo intactos o espírito competitivo e o caráter único que o tornaram um símbolo da nossa identidade, o Rali continuará a ser a grande Festa do Desporto da Região, levando para as nossas estradas milhares de pessoas e dinamizando a economia das freguesias e dos concelhos. Essa é a razão pela qual o Governo Regional, através da Secretaria Regional de Economia, volta a apoiar, agora com um valor reforçado, a realização do nosso Rali. A Volta une toda a nossa ilha e é, também, um fator de promoção da nossa Região, mas é, sobretudo, uma Festa onde se celebra a velocidade e a amizade, a nossa cultura, as nossas paisagens e as nossas gentes.  É por isso que o Rali vai muito para além da competição automobilística: é um verdadeiro acontecimento da nossa vida coletiva e uma parte fundamental da nossa identidade de apreciadores das máquinas, da adrenalina, da perícia dos pilotos e de tudo o que envolve o universo do desporto automóvel. Faço votos para que todos assistam ao Rali em segurança e que a nossa Volta seja, mais uma vez, um sucesso. Parabéns ao Club Sports da Madeira.   José Manuel Rodrigues Secretário Regional da Economia  

Objetivo é divertir-se

Simone Campedelli volta ao Rali da Madeira com um Skoda Fabia RS Rally2 da The Racing Factory. O italiano, “antes de mais estamos muito contentes por terem querido que nós voltássemos porque esta é uma das nossas provas preferidas de todo o ano. O objetivo é, sobretudo, divertir-se e, é claro, queremos tentar fazer um bom resultado. Nunca será fácil pois há muitos pilotos muito rápidos, muito fortes ou que conhecem muito bem o rali, como o Dani Sordo, Alexandre Camacho e muitos outros. Mas vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance e tentar um resultado que nos tem fugido” Campedelli completou 39 anos de idade há apenas dois dias e a sua estreia em ralis aconteceu em 2004 com um Citroën C2. Até 2009, apesar da utilização esporádica de viaturas bem mais competitivas, esteve maioritariamente ao volante de várias versões de Mitsubishi Lancer Evo. Nessa fase, em 2007, conquistou o troféu italiano de ralis em terra. Em 2022 foi campeão italiano júnior com um Citroën DS3 R3T e com essa mesma viatura e no ano seguinte foi campeão transalpino de duas rodas motrizes. Em 2017 venceu a Promoção com um Ford Fiesta R5 e em 2022 e 2023 foi campeão italiano de asfalto utilizando um Skoda Fabia Rally2 Evo.

"Conversas de Rali" chegam ao fim com debate sobre segurança e competitividade

As "Conversas de Rali", uma iniciativa que tem vindo a aprofundar diversos aspetos do Rali da Madeira, chegam ao seu último dia amanhã, 28 de julho. O tema final será "As diferentes funções e elementos no desenrolar do Rali", prometendo um debate enriquecedor sobre os bastidores da organização de um rali. O painel contará com a moderação de Duarte Lagos, e terá a participação de Guilherme Mimoso, Comissário Técnico, e um representante da Polícia de Segurança Pública. Juntos. Juntos irão explorar o papel crucial dos diversos intervenientes das equipas na organização do rali, com foco especial na garantia da segurança de todos e na promoção da competitividade. A penúltima sessão, realizada hoje, mergulhou no fascinante mundo da preparação das viaturas de rali com o tema "O que está por detrás de um carro de rali". A conversa contou com os testemunhos de Augusto Ramiro, da equipa ARC, e Duarte Junio, da FB Competições, dois profissionais com vasta experiência na área. Foi realçado o papel fundamental destes especialistas na preparação das viaturas. Com o avanço tecnológico, a sua experiência torna-se fundamental para otimizar o desempenho dos carros, levando em consideração não apenas o tipo de viatura, mas também o perfil e as preferências de cada piloto. Amanhã, a última sessão das "Conversas de Rali" promete encerrar esta série de debates com uma análise aprofundada sobre a complexidade e a dedicação necessárias para a realização de um evento desportivo tão dinâmico como o Rali da Madeira. O evento será transmitido em direto em diversas plataformas através da Stremadeira.  

Congestionamento no porto de Leixões atrasa chegadas de algumas viaturas para o Rali da Madeira

Devido a congestionamentos no Porto de Leixões a saída do navio “Funchalense 5” foi atrasada. Apenas na manhã de hoje foi possível carregar as viaturas que estavam no porto de Lisboa.   O navio só chegará ao Porto do Caniçal na terça-feira, dia 29 de julho, pelas 08:00 horas.  A organização informa as equipas concorrentes que aguardavam o desembarque das suas viaturas destes constrangimentos e pede desculpa pelas consequências que o atraso no levantamento das viaturas terá na preparação e testes das equipas e concorrentes.  

Rali da Madeira 2025 - Mensagem do Presidente do Governo Regional da RAM

Estamos na semana da irresistível ida para a estrada do público madeirense para mais uma edição da nossa prova rainha do automobilismo, agora denominado de Rali da Madeira. O palco está montado e os olhares dos aficionados já fervilham em torno do parque de assistências e à passagem das equipas e dos carros nas verificações técnicas.  É um jogo de precisão cheio de variáveis. Do set up de pneus, às mais ínfimas afinações técnicas. Das capacidades do ‘timoneiro’ às do navegador. Cada equipa é uma orquestra, que se quer afinada, para discutir o tempo com os adversários diretos ao milésimo de segundo. Juntam-se a este jogo de precisão, a espetacularidade, à passagem de cada carro de competição, e a emoção que gera no público, que há gerações, – desde os anos 60 do século XX – todos os anos aflui em grande número às estradas da nossa belíssima Terra, com relevante impacto na dinamização da economia local. Esta edição apresenta, como todos sabemos, importantes alterações, alicerçadas na renovada ambição da organização – Club Sports da Madeira –, no que concerne ao prestígio internacional do Rali Vinho da Madeira, sendo acompanhada, como não poderia deixar de o ser, pelo meu Executivo. Assim, a 66ª edição da prova rainha do automobilismo madeirense, que é inquestionavelmente ícone do automobilismo nacional e internacional, passa a denominar-se ‘Rali da Madeira’, beneficiando de um importante reforço financeiro por parte do Governo Regional, tendo em vista aliar meios aos objetivos da organização, no sentido de fortalecer a emblemática imagem do agora ‘Rali da Madeira’, como uma das melhores provas de asfalto da Europa. Não há rali sem a indesmentível paixão do público Madeirense. Pelo que todos os anos renovo votos para que vivamos o nosso rali de forma entusiástica e sempre em segurança.  

MRF testa e desenvolve na Madeira

A MRF está na Madeira com vista a testar e a recolher informação para o desenvolvimento de futuros pneus de competição para viaturas de duas rodas motrizes. Uma equipa da marca, liderada pelo representante espanhol, Fernando Viadero, esteve ontem em sessão de testes privados com a dupla Vasco D. Silva/Tiago Fernandes, em Renault Clio Rally4, e acompanhará a formação ao longo da próxima edição do Rali da Madeira. O asfalto madeirense, muito abrasivo, é muito particular e os técnicos querem recolher o máximo de informação para o futuro. MRF é a sigla da indiana Madras Rubber Factory, o maior fabricante mundial de pneumáticos. A marca ao longo dos últimos anos tem vindo a implementar a construção de pneus para competição e dispõe de produtos para fórmulas, ralis e karting. Em parceria com a Skoda, conquistou o título no campeonato FIA Ásia-Pacífico em 2014 com Jan Kopecky num Fabia S2000 e também venceu o Campeonato da Europa de Ralis em 2022 com o espanhol Efren Llarena num Skoda Fabia Rally2 Evo.

O pódio seria bom

Kris Meeke regressa, agora com um Toyota GR Yaris Rally2, ao Rali da Madeira, uma prova “difícil. Eu não tenho muita experiência da ilha até porque em 2023 só fiz uma classificativa. O ano passado tivemos um problema na super-especial mas felizmente chegamos ao final. Na realidade, só temos a experiência de um ano mas vejamos o que podemos fazer. O carro para mim é fantástico e tenho adorado guiar o Toyota este ano. Só fizemos um rali em asfalto, Castelo Branco, e correu bem. Temos esperança num bom resultado mas os pilotos da Madeira e o Campedelli são difíceis de bater. A hipótese de um pódio seria boa. A prova vai ser difícil mas vamos desfrutar o máximo”. O britânico Meeke completou 46 anos de idade há cerca de 3 semanas e a sua estreia nos ralis aconteceu em 2000 com um Peugeot 106 GTi. Piloto “apadrinhado” por Colin McRae, esteve com viaturas S1600 entre 2003 e 2006 no JWRC. Voltou à ribalta internacional em 2009, pela mão da Peugeot, e levou o 207 S2000 ao titulo no IRC. Entre 2015 e 2019 esteve no WRC representando a Citroën e Toyota, tendo vencido 4 ralis. Campeão nacional em 2024, este ano está ao serviço da Toyota e é líder do Campeonato de Portugal de Ralis ap´+os vencer em Fafe, Algarve e Terras d’Aboboreira.

O que é o FIA European Rally Trophy?

O Rali da Madeira tem estatuto FIA pois é parte integrante do FIA European Rally Trophy, competição da federação internacional do desporto automóvel que sofreu várias alterações em 2023. O número de eventos foi reduzido, nessa altura, para 19 e em 2024 para 13. O sistema de pontuação também foi alterado e leva em conta, com um coeficiente, o número de presenças em cada uma das categorias, o que se traduz na possibilidade de um concorrente com uma viatura menos competitiva, como um Rally4, poder lutar pelo cetro. Em 2025 o calendário deste troféu, que se pretende de charneira entre os campeonatos nacionais e o ERC e WRC, inclui 15 provas no seu calendário. Até agora foram disputados os ralis Terras d’Aboboreira (Portugal), Cesky Krumlov e Agrotec Petronas (Chéquia), Chablais (Suíça), Zagreb Delta (Croácia). Os dois segundos terços da temporada integram os ralis da Madeira (Portugal), Rzeszow e Silesia (Polónia), Ulster International (Reino Unido), ESOK (Turquia), Nova Gorica (Eslovénia), Sanremo (Itália), Valais (Suíça) e Lausitz (Alemanha).

Lutar pela vitória

José Pedro Fontes volta ao Rali da Madeira num Citroën C3 Rally2. O piloto pretende, “uma vez mais, lutar pela vitória absoluta na prova e também no campeonato nacional. No entanto, julgo que esta edição, com uma excelente lista de inscritos, deverá ser uma das mais disputadas. Para além dos pilotos locais, sempre favoritos, teremos à partida vários pilotos do Campeonato de Portugal de Ralis bem como estrangeiros e “mundialistas” com experiência do traçado. Venho à Madeira sempre com grane motivação pois, não é segredo, esta é a minha prova preferida em asfalto”. O patrão da equipa Sports & You tem 49 anos de idade e já passou por quase todas as disciplinas do desporto automóvel. Nos ralis fez a sua estreia em 1997 com um Seat Ibiza GTi. Representou marcas como a Fiat e a Renault e defende a Citroën desde 2015. Foi campeão nacional em 2015 e 2016 ao volante de um Citroën DS3 R5. Nesse último ano também venceu o FIA Iberian Rally Trophy e, pela única vez, o Rali da Madeira. Os resultados este ano não têm sido os mais favoráveis e é oitavo no CPR.

Discutir primeiros lugares

João Silva participa no Rali da Madeira com um Toyota GR Yaris Rally2 estreado na prova anterior. Deseja “fazer uma boa prova e discutir os primeiros lugares. Gostava de poder voltar a lutar pela vitória. Não estamos num pico de forma pois ainda nos adaptamos ao nosso novo carro. Veremos se consigo atingir o patamar que ambicionava.  Este ano vamos também pensar no nosso campeonato e não podemos embarcar no tudo ou nada. O rali tem uma lista de inscritos bastante boa, com muitos pilotos de referência, em que são muitos a poder vencer. Vamos ter dois dias de testes, nos entrosarmos com o carro e acertá-lo. Apesar disso, serei aquele que menos conhece o carro à partida”. João Silva tem 37 anos de idade e deu os seus primeiros passos nos ralis em 2007 com um Toyota Yaris. O piloto navegado por Luis Rodrigues evoluiu muitos anos com viaturas de tração dianteira e chegou a participar, em 2012, com um Ford Fiesta R2 na WRC Academy. Foi campeão madeirense júnior em 2009 e 2010 e de duas rodas motrizes em 2023 com um Peugeot 208 Rally4. A primeira vitória à geral foi obtida em 2017 em Citroën DS3 R5. Em 2025, esteve ao volante de Skoda Fabia Rally2 Evo, venceu o Rali do Marítimo e é segundo classificado no campeonato regional.

Andar na frente das duas rodas motrizes

Vasco Diogo Silva volta ao Rali da Madeira com o Renault Clio Rally4 e pretende “andar na frente das duas rodas motrizes. Nesta prova vão estar mais de 25 concorrentes nesta categoria que vai ser muito disputada. Antes do rali, testaremos novos pneus da MRF, cujo potencial ainda desconhecemos mas que esperamos permitam melhorar a nossa performance. Esta prova é mais extensa e procuraremos ser consistentes do princípio ao fim. Alguns dos adversários que nos visitam já cá estiveram no passado e conhecem o percurso e será normal que tenhamos muito mais nomes no grupo da frente. Com tempo incerto, bastará uma escolha de pneus errada opara comprometer o resultado. Mas será igual para todos, é precisa alguma sorte à mistura…” Vasco D. Silva tem 33 anos de idade e estreou-se nos ralis em 2015 com um Peugeot 205 GTi 1.9. No ano seguinte passou para os comandos de um Mitsubishi Lancer Evo X, modelo que utilizou até 2018, temporada em que venceu o agrupamento de Produção no campeonato madeirense. Fez então uma pausa na sua carreira para regressar a época transata com o atual Renault Clio Rally4, viatura com que venceu a categoria das duas rodas motrizes do campeonato local.

Terceiro dia de "Conversas de Rali" para avivar memórias

Acontece hoje, pelas 12h o terceiro dia das “conversas de Rali” no Plaza Madeira, com o tema “Crescer nos Ralis… Histórias do passado e do presente”. Para conversar com Duarte Lagos estarão Roberto Fernandes, com uma vida ligada a competição e Luís Boiça, que desde tenra idade está ligado ao desporto automóvel, tendo começado a sua carreira no Karting e atualmente participa na competição como navegador.  Faça-nos companhia nestas conversas ao vivo ou através do das redes sociais, com a transmissão em direto pela Streamadeira.  Na conversa de ontem, Paulo Almada, jornalista da RTP Madeira, trouxe-nos a sua visão do Rali, numa perspectiva diferente: a vida atrás das câmaras. 

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